domingo, 21 de junho de 2015

5 dias em Moscovo

Foi uma viagem ímpar, sem igual, sem depender de guias ou organismos de turismo, de 9 a 15 de junho de 2015. Foi muito bom! Voámos com a TAP até ao aeroporto Domodedovo que fica a 35 Km de Moscovo, para onde seguimos de táxi, ficando alojadas na Av. Tverskaya, junto à estação de metro Mayakovskaya, na linha circular.
O apartamento, alugado através do booking.com, tinha 3 quartos, cozinha e WC, vidros duplos, janelas amplas que deixavam entrar a luz do Sol a partir das 3 horas da madrugada. Nessa semana as noites eram curtas e pudemos aproveitar bem as muitas horas de sol. Nunca choveu enquanto lá estivemos e no último dia a temperatura subiu aos 30ºC.
No 1º dia fizemos um reconhecimento a pé, pela Av Tverskaya até à Praça Vermelha. Almoçámos no GUM e fomos visitar a igreja de São Basílio. Depois atravessámos o rio Moscova na ponte Bolshoy Moskvoretsky e seguimos pela Av. Bolshaya.
Ul. Tverskaya

Ul. Tverskaya

Estátua de um rei da Rússia na Av. Tverskaya



Rua pedonal perto da Praça Vermelha
GUM

GUM
   
GUM, junto ao restaurante onde almoçámos

Igreja de São Basílio
Jardim da Igreja São Basílio
Interior da Igreja de São Basílio
Claustros da Igreja de São Basílio
Igreja de São Basílio

Igreja de São Basílio
Vista sobre a ponte Bolshoy Moskvoretsky

À saída da Igreja de São Basílio
Av. Bolshaya, estação Tretyakovskay

Junto à estação metro Tretyakovskaya
Rio Moscovo e o Kremlin

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Irlanda









A minha viagem à Irlanda decorreu entre os dias 16 e 23 de agosto de 2014, em pleno verão e todos os dias caiu alguma precipitação. Vez nenhuma vi o céu sem nuvens, por isso as fotos não estão tclaras e nítidas como é costume. Com tanta chuva os campos são de um verde viçoso embora rasteiro. A água escorre por todo lado formando rios de grande caudal, lagos e vastas zonas pantanosas onde exploram a turfa, combustível utilizado em serviços domésticos e na indústria (cerveja e whisky).
As pessoas são afáveis, alegres e de grandes tradições ligadas à vida religiosa (na maioria, católicos), à música, dança (sapateado) e de convívio em bares.



segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Uma semana em Campo de Gerês

Trilho da Calcedónia














Jordânia

Em Petra num cavalo beduíno
Jordânia foi o destino das minhas férias neste Verão. Descobri um país quente, árido, seco, com apelos estranhos e receios também, com castelos no deserto que fazem lembrar os contos deliciosos das "mil e uma noites". E surpreendi-me com o branco da paisagem que fere os olhos durante o dia, com as águas do mar quietas, espessas e amargas, o doce olhar das crianças,... Na descoberta desse lugar especial não evitei o sol quente do meio-dia, a aridez da paisagem imensa, o reflexo da luz intensa das pedras brancas espalhadas, amontoadas, amuradas ou ainda no rochedo, a obstinada vontade de consumir água para acalmar a secura da pele, a louca corrida num todo-terreno pelo deserto misterioso, a subida da alta duna de areia fina vermelha ou sua descida em corrida eufórica, as sombras ondulantes e sinistras do Siq até ao tesouro, a visão encantada da montanha rosada esculpida para descansar depois da vida, o encontro com beduina gente dona e guardiã de uma jóia ímpar - Petra, ... ... e foi tudo tão fantástico!    
Pôr-do-sol em Petra


Peneda-Gerês





















Em Abril ainda consegui dar uma escapadela ao norte do país para gozar uns dias de descontracção a passear pelo Gerês. Fui no intercidades até Braga, numa viagem rápida, calma e relaxante. Em Braga tinha amigas à minha espera e fomos juntas visitar a cidade. Claro que algumas deram preferência à visita do pronto-a-vestir e num veste e despe que me aborrece passou a tarde num instante. Seguimos até Gerês para ocupar os quartos que estavam reservados na pensão Adelaide.
Agora falam as fotos.